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13/02/2012 - Dólar cai após aprovação de medidas na Grécia
SÃO PAULO – O dólar recuava ante o real pouco após a abertura dos negócios nesta segunda-feira.

Por volta de 9h10, o dólar comercial tinha queda de 0,75%, cotado a R$ 1,711 na compra e R$ 1,713 na venda. Os contratos futuros da moeda mostravam queda de 0,60%.

A moeda americana perdia valor também diante de várias outras do mundo, sob influência principalmente da aprovação pelo Parlamento grego de um pacote de medidas de austeridade fiscal, o que deve permitir que a Grécia receba uma nova rodada de empréstimos da "Troika" - Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Central Europeu (BCE) e Comissão Europeia.

O euro avançava 0,54% diante do dólar, com cotação a US$ 1,326, enquanto o Dollar Index, que mede o desempenho da moeda ante seis outras, cedia 0,37%, a 78,71 pontos.

(Filipe Pacheco | Valor)
13/02/2012 - Como lucrar com a queda da bolsa e se proteger da inflação
SÃO PAULO - O Citi inicia nesta segunda-feira o período de captação para um fundo de renda variável em que o investidor não terá perdas com a queda da Bolsa e ainda terá o capital corrigido pela inflação. Voltado para investidores qualificados – aqueles que têm ao menos 300.000 reais em aplicações financeiras – o CitiFirst Performance Inflação fica aberto para captação até as 14 horas do dia 28 de fevereiro, e terá duração de 12 meses: de 29 de fevereiro de 2012 a 1º de março de 2013.

O fundo opera opções atreladas ao Ibovespa e títulos de renda fixa ligados ao IGP-M, levando o investidor a lucrar tanto com a alta quanto com a queda do índice ou, na pior das hipóteses, permitindo o resgate do capital investido corrigido pela inflação. São traçados alguns cenários e, para cada um deles, há uma regra de remuneração, à moda de um fundo de capital protegido. Não se trata, no entanto, desta modalidade de fundo.

"Não chega a ser um fundo de capital protegido, pois sempre há um risco, ainda que baixo, de deflação, cenário no qual o investidor poderia perder dinheiro. Mas não temos expectativa de queda na inflação", diz Pedro Rodrigues, gerente de distribuição de produtos de investimento do Citi..
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Julia Wiltgen | Exame.com
10/02/2012 - BC avisa: cenário externo mudou
O foco do Banco Central (BC) na atividade econômica é claro e a instituição continua estimulando os bancos a movimentar o mercado de crédito. O BC voltou a demonstrar essa intenção há pouco ao ampliar o cronograma de corte na remuneração do compulsório de depósitos a prazo. Ponto importante: essa ampliação de prazo foi possível porque o BC identificou melhora no cenário internacional, onde a liquidez está sendo restabelecida, diminuindo o risco de um credit crunch.

Nesta sexta-feira, o BC ajustou a medida tomada em dezembro, quando decidiu reduzir a remuneração do compulsório de depósito a prazo de 100% da taxa Selic para 73% em 24 de fevereiro e para 64% em 27 de abril. Agora, esse corte será feito em quatro etapas. A partir de 24 de fevereiro o percentual remunerado será de 80%. Essa parcela cairá para 75% em 22 de abril, para 70% em 22 de junho e, finalmente, para 64% em 24 de agosto.
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Fonte: Angela Bittencourt | ValorInveste
10/02/2012 - SLW lança fundos que aplicam em carteiras de terceiros
SÃO PAULO - Buscando reforçar a área de gestão de recursos, a corretora SLW está lançando três fundos de investimento que têm como foco a aplicação em carteiras de terceiros. São três Fundos de Investimento em Cotas (FICs), sendo um de renda fixa, SLW Blue, um multimercado, o SLW Green, e um de renda variável, o SLW White.

Para desenvolver os FICs, a SLW fez parceria com mais de 30 instituições financeiras, entre elas BTG Pactual, SulAmérica, Credit Suisse, BNP Paribas, Safra, Legan Kondor e Itaú Unibanco, contando com mais de 180 fundos de investimentos. "Os FICs permitem os clientes diversificar os investimentos, oferecendo um custo acessível", afirma Antônio Milano Neto, presidente da corretora.

Os fundos têm aplicação inicial a partir de R$ 5 mil e a taxa de administração é de 0,60% para o SLW Blue, 1% para o SLW Green e 1,5% para o SLW White.

A instituição tem R$ 210 milhões sob gestão, em fundos, clubes de investimento e carteiras administradas. Desse total, cerca de R$ 32 milhões estão em carteiras que aplicam em fundos de terceiros, e R$ 10 milhões em fundos próprios.

A área de gestão já responde por 17% a 20% das receitas totais do grupo. Para ganhar maior competitividade nessa área, a corretora estuda uma associação com uma gestora de recursos. "A atuação nessa área permite mitigar o impacto da sazonalidade do mercado de corretagem", afirma Milano Neto.

Além desses fundos de investimento, a SLW também oferece uma plataforma de produtos de renda fixa como debêntures, Certificados de Depósito bancário (CDBs) e Letras de Crédito Imobiliário e Agrícola (LCIs e LCAs).
(Silvia Rosa | Valor)
     
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